Evolução do SUS no Brasil

  • Acesso à saúde e hospitais pela rede pública

  • Consultas e exames nos centros médicos do Governo

  • Cirurgias de alta complexidade , fila de pacientes

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O SUS – SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

O SUS, vastamente criticado e mal visto, é o Sistema Único de Saúde em vigência no Brasil. Dotado de inúmeras falhas, possui por escopo a missão de trazer saúde e seguridade à todos os cidadãos. Entretanto, tais objetivos restam-se por inalcançados na maior parte das vezes. Antes de sua criação, a saúde pública era restrita a trabalhadores contribuintes com a previdência social, desta feita, grande parte da população via-se desamparada face ao governo e sem condições de possui um plano de saúde.

Logo, após  estudos dos sistemas de Atenção Primária de outros países como Inglaterra e China, iniciara-se no Brasil um movimento por profissionais da saúde, cidadãos e militantes, a fim de modificar a conjuntura à época. Através de manifestações e longas lutas em plena ditadura militar, a sociedade ganha em 1988, a inserção na Constituição Federal Brasileira, o direito à saúde a todos os cidadãos Brasileiros num geral. Sendo assim, a saúde e sua provisão passam a ser de obrigação estatal, logo, agregado ao rol de direitos fundamentais da constituição.

Regido por princípios como universalidade, igualdade e integralidade, o SUS apresenta-se falho na maior parte deles, ocorrendo grande índice de corrupção, onde se um civil conhece profissionais do sistema, consegue ter prioridade. Além disso, adoção de métodos como ‘Método Quinzenal’ onde pacientes recebem tratamento por 2 semanas de forma integral e depois, caso seja julgado como um ‘gasto com pouca certeza de resolução’, sofrem uma eutanásia tácita, de acordo com depoimentos de alguns usuários da rede.

Entretanto, mesmo sendo fruto de grandes lutas e esforço civil, o SUS acaba por se mostrar problemático e insuficiente para a resolução das questões de maior importância. Os princípios que regem o SUS são deveras importantes, mas não aplicados em sua completude, por dois motivos que podem ser resumidos no último a ser citado: capital e política. Vê-se que as prioridades, poucos investimentos razoáveis são vistos no setor de saúde, além das atrocidades no atendimento que vemos e incluindo que os valores dos planos de saúde não são baixos, não dando opções à maioria da população.

Além de baixos recursos, vê-se um problema na gestão dos mesmos, onde medicamentos são furtados por profissionais, alas são construídas e não utilizadas, além disso, existem poucos profissionais, os existentes utilizam métodos desfalcados por vezes. O resultado desse misto é um sistema que em teoria, mostra-se resolutivo, mas na prática, vem a ser mais um problema para a administração pública vigente.

A realidade muda em alguns centros do Brasil. Em São Paulo, por exemplo, o sistema de saúde é eficiente de uma forma destoante das demais capitais, onde o atendimento chega a ser mais rápido que algumas outras capitais, e alguns usuários possuem renda capaz de arcar com planos de saúde, entretanto, optam pelo Sistema Único de Saúde, por ser mais rápido e menos custoso. Demonstrando mais uma vez tratar-se de um erro de gestão de verba.

Qual a sua opinião sobre o sistema? Já fez uso?

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